<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2816745187870472963</id><updated>2011-07-07T14:03:51.645-07:00</updated><title type='text'>Estórias do Mário</title><subtitle type='html'>Blog dedicado a contar o dia-a-dia de um boêmio carioca pelos bares, hotéis, pensões, estradas e o que mais a vida colocar no caminho.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>VW</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2816745187870472963.post-2263260198987929099</id><published>2009-11-14T18:55:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T19:09:02.215-08:00</updated><title type='text'>Românticos ou Cafajestes?</title><content type='html'>"Do que as mulheres gostam? Dos românticos ou dos cafajestes?", me perguntaram outro dia. Achei a pergunta bem tola e uma demonstração bastante singela de falta de criatividade por parte da pessoa que me fez. Mas vá lá, me atenho a postar algo sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta para a(s) pergunta(s) é bem simples, para começo de conversa: de ambos. Existe mulher para tudo, ora. Assim como existe homem para tudo também. Existem as mulheres escoteiras - que estão sempre alerta - e que não se prenderiam muito se o seu homem não lhes oferecesse o menor perigo - partiriam para outra, sem pestanejar. Esse tipo de mulher curte um cafajeste. Gostam da aventura, da sedução e do sexo, claro. Isto porque, , de maneira geral, os cafajestes mandam bem no quesito cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o grupo de mulheres que gosta dos românticos é um oposto ao anterior. Mulheres românticas gostam de segurança. Gostam de saber exatamente onde estão pisando. De serem surpreendidas com um buque de rosas ou uma poesia ao pé do ouvido, vez ou outra. "O sexo pode não ser grandes coisas, mas o importante é que ele me ama!", elas dizem com doce convicção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que pensa a maioria dos homens, as mulheres não são tão difíceis assim de serem entendidas não. Elas querem um pouco de cafajestismo e um pouco de romantismo em apenas um homem. Querem receber flores, serem convidadas para um jantar à luz de velas, sentar na varanda e ver o céu estrelado etc. Mas também querem uma noite intensa de sexo enfurecido. Querem ser enlouquecidas pelo gosto amargo de um bom tinto seco, ao sabor de uma batida frenética no peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto central, portanto, não tem muito a ver com ser cafajeste ou ser romântico. É preciso apenas ser autêntico. Ter uma personalidade é um bom começo para conquistar não apenas uma mulher, como um amigo ou um negócio. Ser alguém com brilho nos olhos, com determinação e profundo senso crítico. Ter sensibilidade o suficiente para enxergar as necessidades de uma mulher é uma qualidade extremamente louvável...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2816745187870472963-2263260198987929099?l=estoriasdomario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/feeds/2263260198987929099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/11/romanticos-ou-cafajestes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/2263260198987929099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/2263260198987929099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/11/romanticos-ou-cafajestes.html' title='Românticos ou Cafajestes?'/><author><name>VW</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2816745187870472963.post-5614616639766138849</id><published>2009-11-12T04:59:00.000-08:00</published><updated>2009-11-12T05:00:19.741-08:00</updated><title type='text'>Os limites da amizade entre um homem e uma mulher...</title><content type='html'>&lt;p&gt;Dia desses estava &lt;em&gt;on line de bobeira&lt;/em&gt; quando surge uma janela do MSN. Era uma amiga querendo conversar. “Oi”, “tudo bem”, “como vai” e mais algumas outras burocracias iniciam a conversa eletrônica. Passado algum tempo minha amiga diz que está tendo problemas com o namorado. &lt;em&gt;Fico na minha, afinal os problemas são com o namorado dela e não comigo&lt;/em&gt;. Mas ela ignora meu silêncio e continua. Diz que está chateada porque ele aceitou R$ 10 que ela oferecera para que ele ficasse na loja enquanto ela se ausentasse. “Ora, mas você não ofereceu? Qual o problema dele aceitar!”, &lt;strong&gt;pensei&lt;/strong&gt; ao ler seus escritos. Mas não respondi. Ao contrário, disse que não havia entendido o que ela escrevera - &lt;em&gt;frases de internet realmente são difíceis de serem entendidas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma vez mais ela ignorou minha &lt;em&gt;deixa&lt;/em&gt;. Seguiu contando o quão chateada ficara. “Tudo bem! Vou dar a opinião masculina de que ela precisa”, &lt;strong&gt;pensei&lt;/strong&gt; após várias “tremidas” na janelinha do MSN. Perguntei se ela estava querendo testá-lo ao oferecer o dinheiro - &lt;em&gt;afinal, era o único motivo que a deixaria chateada por ele ter aceitado&lt;/em&gt;. Ela respondeu que não. Disse que estava tentando persuadi-lo a ficar na loja e não esperava que ele aceitasse o dinheiro. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;“No capitalismo o dinheiro é um ótimo meio de persuadir alguém. As pessoas até trabalham em troca de dinheiro!”&lt;/span&gt;, &lt;strong&gt;pensei&lt;/strong&gt;, cá com meus botões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas vá lá. Mesmo que minha amiga não estivesse premeditada a testá-lo, seu inconsciente estava. Oferecer dinheiro a ele era uma forma de saber algo. “Será que ele está comigo por dinheiro?”, já deveria ter pensado algumas vezes. Seu íntimo não descansara. Aquela dúvida permanecia dentro dela e a consumia rotineiramente. A insegurança era uma “amiga” que a visitava continuamente. Com tudo aquilo em seu inconsciente, de uma hora para outra, ela oferece dinheiro ao namorado para que ele fique em sua loja. Sua esperança é que ele recuse. &lt;em&gt;Fique apenas porque a ama&lt;/em&gt;. Mas isso não acontece e ela se frusta…&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pensei&lt;/strong&gt; tudo isso enquanto a janelinha do MSN tremia. Minha amiga ansiava por respostas. Queria a opinião de outro homem sobre o assunto. Uma opinião que poderia ser dolorosa, mas frequentemente é precisa. Se tivesse acesso a minha mente teria tido um diagnótisco completo. Mas através de meus escritos pouco obteve.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Passado algum tempo e depois dela desistir de fazer tremer a janelinha, voltei a ler seus dizeres. Após relutar dizendo que não, que seu objetivo não era testá-lo, ela revela algo que confirmaria meus pensamentos. Minha amiga conta que já encheu o tanque da moto do rapaz algumas vezes. Seu pai já emprestou dinheiro a ele em outra ocasião. Diante dessas constatações já não havia mais dúvidas. Minha tese havia se confirmado: seu inconsciente queria respostas ao oferecer dinheiro ao namorado. “As leituras de Freud servem para alguma coisa”, &lt;strong&gt;pensei&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É justamente nossas ações não intencionais que revelam nossas verdadeiras e mais sinceras intenções. Minha amiga, de fato, não tinha a intenção de testar seu namorado. Mas o seu inconsciente sim. Sua atitude não intencional de oferecer dinheiro a ele era uma forma de saber se o seu relacionamento estava baseado em algo além do amor. “Ele está atrás do meu dinheiro?”, pensara seu íntimo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tudo que relatei eu &lt;strong&gt;pensei&lt;/strong&gt; ao longo daquela conversa eletrônica. &lt;strong&gt;Mas não disse nada a minha amiga&lt;/strong&gt;. “Por que?”, perguntarão as mulheres - os homens, provavelmente, já sabem as respostas. Não disse por dois motivos: 1) Existe um código de ética entre os homens (apesar de alguns não respeitarem); 2) A amizade entre homens e mulheres possui limites e o maior deles é não conversar sobre os problemas de relacionamento delas. Uma exceção importante: problemas referentes a sexo. A gente gosta de saber como anda a concorrência.&lt;/p&gt; Diante dessas restrições morais apenas recomendei que ela conversasse seriamente com seu namorado. Encarasse a questão de frente e resolvesse sua aflição. Além disso, disse para que nunca mais ela me procurasse para aquele tipo de conversa. Ela aceitou e se despediu. Fechei o MSN e voltei a ficar de bobeira...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2816745187870472963-5614616639766138849?l=estoriasdomario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/feeds/5614616639766138849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/11/os-limites-da-amizade-entre-um-homem-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/5614616639766138849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/5614616639766138849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/11/os-limites-da-amizade-entre-um-homem-e.html' title='Os limites da amizade entre um homem e uma mulher...'/><author><name>VW</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2816745187870472963.post-1548685588358911909</id><published>2009-06-03T12:55:00.001-07:00</published><updated>2009-10-17T11:16:28.701-07:00</updated><title type='text'>Chope na hora do almoço é tudo de bom...</title><content type='html'>&lt;div&gt;O trabalho estava um tédio. A segunda-feira se arrastava. Resolvi parar de enrolar e descer para almoçar. Afinal, não iria produzir nada mesmo...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já na rua me perguntei onde ir. Não queria esperar muito para comer, mas também queria tomar um chope. Ao menos um ou dois para relaxar. Dentre os milhares de self-service do centro da cidade, apenas uns poucos pensam em gente como eu: aquelas pessoas que gostam de saborear um chopinho na hora do almoço. Isso, inclusive, é um dos sinais de que você está evoluindo profissionalmente. Poder tomar um chope ou uma taça de vinho no almoço não é para todos. Imagine um profissional em início de carreira chegando ao escritório com bafo? E o trabalho, como fica? E você, caro leitor, como encara o chope na hora do almoço?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Diante da oferta limitada, segui para um galeto mesmo. Não vou fazer propaganda. Imagine que é um dos vários restaurantes desse tipo, com uma mesa corrida e vários banquinhos colados no chão. Não vou negar: combinam a praticidade dos self-services (são rápidos) com a qualidade dos "la carte" (a comida é boa). Sempre que estou nesse marasmo gosto de ir lá, alone, bater um papo com os garçons, degustar um galetinho com chope e, claro, trocar olhares com mulheres perdidas nesse reduto masculino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Particularmente nesta tediosa segunda-feira, o meu amigo lá de cima (Deus) sorriu para mim: me colocou uma garota que sempre vejo por este galeto do centro, mas que nunca tive real oportunidade de "chegar chegando", bem pertinho. Sempre quando a encontro ela está acompanhada. De amigas, de amigos ou de outras coisas - isso mesmo, da concorrência. Neste dia foi diferente: ela estava sozinha e, por acaso do destino (que eu não acredito), sentou-se a dois banquinhos de mim. Não era do tipo "mulherão". Era "mingonzinha", "branquinha", cabelos pretos que batiam na cintura - ah! que cabelos lindos... Os olhos (para não dizer que sou superficial) eram castanhos escuros, vazios, preocupado com milhões de afazeres...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O galeto estava relativamente vazio. Eram 11 da matina e o pessoal do almoço ainda não havia chegado...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;Assim que ela se sentou o meu amigo lá de cima (Deus) sorriu pra mim de novo: ela pediu um chope. "É hoje!", disse comigo mesmo. E lá fui eu para o campo de batalha:&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- As segundas-feiras são realmente pavorosas, não acha?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Nem me fala! - disse ela sorrindo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Só mesmo um chope para aliviar as tensões! - sorri e levantei a tulipa de chope.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela retribuiu o sorriso e começamos a trocar frases curtas sobre a pouca nobresa das segundas-feiras, sobre o calor friento de junho e, claro, sobre a beleza de tomar um chope na hora do almoço. No início ela pareceu um pouco desconfortável em falar com um estranho em uma "galeteria". Não era para menos: era a única mulher no recinto. Mas depois da segunda tulipa de chope, relaxou e começamos a conversar de verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Primeiro nos apresentamos. Ela disse que se chamada Melissa. Tinha 30 anos e trabalhava com computadores. Essas pavorosas maquininhas que estão dominando o mundo. Era analista de sistemas de uma das milhares de empresas que existem no centro. Era divorciada, prezado leitor! Dessas mulheres que se casam aos vinte e pouquinho e chegam à (sábia) conclusão de que o casamento não é esse sonho lardeado aos quatro cantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Durou tenebrosos 11 meses! - desabafou.&lt;br /&gt;- Deve ter sido duro.&lt;br /&gt;- Nem me fale! Agora só quero pensar no trabalho, subir na carreira, essas coisas - disse, levando seus lindos lábios à tulipa de chope.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem ela, nem eu acreditamos no "só quero pensar no trabalho...", mas deve ser reconfortante ter algo em que pensar enquanto sua vida pessoal desmorona. Vá lá prezado leitor, releve nossa Melissa. Fazia pouco mais de três meses do divórcio, era natural que ela reagisse daquela forma. Ofereci o silêncio, enquanto ela parecia reviver aqueles tenebrosos 11 meses...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas e você, faz o que da vida? - disse ela, interrompendo meu silêncio.&lt;br /&gt;- Sou advogado...&lt;br /&gt;- E tá sem terno? - espanta-se.&lt;br /&gt;- O calor do Rio de Janeiro me fez deixar o terno e a gravata no escritório. Só os uso quando a situação clama...&lt;br /&gt;- Nossa! Nunca tinha conhecido um advogado que não usa terno...&lt;br /&gt;- Prazer, que bom que eu sou o primeiro! - ofereci a tulipa para um brinde, prontamente aceito por uma Melissa bem mais relaxa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas que só acontecem no Rio de Janeiro. O almoço se arrastou por mais de três horas. Devidamente justificados para nossos chefes, com a velha desculpa de sempre: encontro com clientes. Provavelmente nem o Cardoso (o meu), nem o Sérgio (o dela) acreditaram na estória. Mas o importante é que continuamos por ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos após seis ou sete tulipas de chope. O que era para ser apenas um break em uma segunda-feira insólita transformou-se em um happy-hour com início bem mais cedo. O fim da estória? O de sempre, com direito a café da manhã...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2816745187870472963-1548685588358911909?l=estoriasdomario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/feeds/1548685588358911909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/06/chope-na-hora-do-almoco-e-tudo-de-bom.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/1548685588358911909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/1548685588358911909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/06/chope-na-hora-do-almoco-e-tudo-de-bom.html' title='Chope na hora do almoço é tudo de bom...'/><author><name>VW</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2816745187870472963.post-127755740289997789</id><published>2009-06-03T12:24:00.000-07:00</published><updated>2009-06-03T12:27:10.188-07:00</updated><title type='text'>Você pegaria a namorada do seu amigo?</title><content type='html'>Calma! Não responda agora. Primeiro imagine que ela é muito, mas muito gostosa. Depois suponha que você a encontrou, casualmente, em uma sexta-feira à noite, em um pub no centro da cidade. Você só queria tomar um chope, sozinho, e depois ir para casa descansar. Ela parecia querer o mesmo. Era o que parecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês se cumprimentam, trocam burocracias e ela te convida para sentar. Você pensa: por que não? Papo vai, papo vem e ela explica porque está sozinha: brigou com o namorado - o seu amigo. Você, espontaneamente, solta um “Poxa! Que pena”. Sincero, claro, afinal ele é seu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chope vai, chope vem, e ela continua explicando - as mulheres adoram explicar - os motivos da tal briga. Mas você - admita! - parou de ouvir quando ela disse que seu amigo não a merece. Ao contrário disso, preferiu olhar para o decote dela. E que decote! Nos primeiros chopes era um olhar comedido. Do tipo envergonhado. Afinal, ele é seu amigo! Mas como o ser humano é de carne e osso - e o chope ajuda a gente a se lembrar disso -, de um ponto para lá da conversa você perdeu a vergonha e começou a olhar para o pentelho do decote de forma descarada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela, claro, percebeu. As mulheres sempre percebem. Nos primeiros chopes ela fingiu que não tinha percebido. Preferiu acreditar que você estava admirando o lindo vestido que ela havia comprado na semana passada. Até comentou, brevemente, só para te testar. As mulheres adoram testar os homens. Mas, chope foi, chope veio, ela se convenceu de que o tal decote estava chamando atenção. Ao contrário de ficar nervosa, ela relaxou: afinal, você é o amigo do namorado dela! E continuou desabafando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, já em franco contato com seus instintos, mas ainda de posse de alguma razão, disse que estava tarde. Alegou que precisava acordar cedo no dia seguinte. Mas ela, em um ato totalmente involuntário, pegou na sua mão e soltou: “Ah! Fica mais um pouquinho!”. Você, meio constrangido, meio lisonjeado, falou: “Tá, só um pouquinho!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papo, então, continuou. Ela, a essa altura da conta de chopes, já estava muito, mas muito mais relaxada. Conta alguns segredos sobre o seu amigo. Diz que ele nem é tão bom de cama assim. Na verdade ela confessa que em um ano de relacionamento só teve dois orgasmos. Só míseros dois momentos de prazer extremo. Você, claro, já pensa em como vai sacaneá-lo: “Porra! Só dois?!?!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não pára por ai e solta mais algumas pérolas sobre o seu amigo. Diz até que ele já a deixou na vontade. Você pensa: “Uma mulher desse tamanho não pode passar vontade!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, claro, entende o problema dela. É uma pena, mas uma enorme pena, que ela seja namorada do seu amigo. Se fosse um conhecido seria tão mais simples. No “fica mais um pouquinho!”, você já teria pedido a conta e ido para o motel mais próximo. Mas não: o filho da puta, ruim de cama e broxa era teu amigo! E o problema agora era totalmente seu: trair ou não trair o teu amigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela já dava claros sinais de que estava pronta. Seus olhos o encaravam a todo o momento. Era como se dissessem: “Vamos?”. Mas, claro, era disfarçado - as mulheres sempre disfarçam. Se vocês fossem, que ficasse claro, foi você quem tomou a iniciativa. Ela queria, claro que ela queria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal: só dois orgasmos em um ano. Tadinha! Estava subindo pelas paredes. Triste e solitária, perdida em um pub no centro da cidade. Era claro que ela queria transar com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você não queria acreditar nisso - os homens nunca querem acreditar. O seu problema nem era esse. O dilema era trair ou não trair o filho da puta do seu amigo. Intimamente você só pensava nele, naquela cara de idiota que ele tem. Mas, claro, olhava para ela e para aquele belíssimo par de seios, recém-adquiridos e pagos em suaves vinte e quatro vezes. Na sua cabeça dois pensamentos conflitantes: “Oh mulher gostosa!” e “Oh filho da puta broxa!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bem e o mal. O céu e o inferno. E você no meio daquele turbilhão de emoções - e tentações! Por fim, depois de muito analisar a situação, você respira fundo, pega na mão dela e diz…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agora você pode responder! Afinal, o amigo é seu. É filho da puta, ruim de cama e broxa, mas é teu amigo. Eu, meu caro, só desenhei a situação para você.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2816745187870472963-127755740289997789?l=estoriasdomario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/feeds/127755740289997789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/06/voce-pegaria-namorada-do-seu-amigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/127755740289997789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2816745187870472963/posts/default/127755740289997789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdomario.blogspot.com/2009/06/voce-pegaria-namorada-do-seu-amigo.html' title='Você pegaria a namorada do seu amigo?'/><author><name>VW</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
